segunda-feira, 23 de agosto de 2010

Hoje revivi um dos clássicos da minha infância (quem me vê falando assim, pensa que eu tenho mais de 50 anos): American Pie 2. Além de ser um filme engraçadinho (mediano em conteúdo e em piadas, mas na adolescência era muito legal), possui uma trilha sonora muito foda! Todas as bandas punks que eu gostava e ainda gosto: Offspring, Blink 182, Me First and The Gimme Gimmes, e até mesmo o Good Charlotte que virou emo e eu deixei de gostar (o mesmo aconteceu com o Green Day).

Ciclo de autodestruição da UERJ:

Depois de uma entre várias conversas com amigos que também estudam na UERJ, fiquei sabendo de um ciclo inevitável de autodestruição que a UERJ possui:

INCÊNDIO, GREVE, SUICÍDIO, SUICÍDIO...
INCÊNDIO, GREVE, SUICÍDIO, SUICÍDIO...
INCÊNDIO, GREVE, SUICÍDIO, SUICÍDIO...

terça-feira, 24 de novembro de 2009

Taxistas Vs Pescadores

Percebi que existem semelhanças muito grandes entre taxistas e pescadores. Não, não é porque eles pegam pessoas por aí como se fossem peixes, e sim por causa de suas estórias. Mas do contrário dos litorâneos pescadores, as estórias de taxistas estão mais para histórias, ou seja, verdade, ao invés de conto de fadas.

Certo dia um taxista estava me contando que pegou uma corrida na Barra da Tijuca, uma senhora por volta dos 70 anos... Quando estavam para começar a subir o Alto, a senhora solta:

- Nossa, como você é bonito... você não quer parar o carro lá no Alto da Boa Vista e fazer amor no capô do carro?

Obviamente o taxista rejeitou, e depois comentou:

- Já pensou se aparece alguém e tira uma foto? Aí vai sair na capa do jornal: "Taxista estupra véia no capô do carro!".

quarta-feira, 4 de novembro de 2009

Preconceito racial e as cotas.

O preconceito racial existiu há muito tempo no mundo, continua existindo hoje, e continuará existindo por um bom tempo, uma vez que o preconceito não é necessariamente entre pessoas de cores diferentes, e sim entre pessoas simplesmente diferentes. E as diferenças entre as pessoas não há política de cotas, nem nada, que resolva.

Algumas pessoas infelizmente se odeiam, isso é fato, e com isso surge o preconceito e mais uma série de coisas ruins. Em Ruanda por exemplo, na guerra civil, existiam duas etnias, os “Tutsis” e os “Hutus”, ambos eram grupos negros, e se odiavam porque um desses grupos, enquanto Ruanda ainda era colônia, era beneficiado pelos homens da metrópole e dominava o outro grupo. Não que isso seja bom, mas acho que não é lá um motivo tão convincente para realizar um dos maiores genocídios da história.

Outro genocídio muito famoso aconteceu na Guerra da Bósnia, onde vários países da antiga Iugoslávia resolveram se separar e matar uns aos outros por motivos religiosos e políticos. Países esses que em sua maioria da população era de cor branca, e nem por isso foram menos cruéis do que os negros da Ruanda.

Em linhas gerais, o preconceito costuma partir de quem possui a autoridade para quem não a possui, mas isso também não significa que não haja o caminho inverso, há pouco, mas também há. Vale lembrar que todas as pessoas são preconceituosas e etnocêntricas, não há como alguém ser totalmente imparcial.

Quanto às cotas em universidades públicas, prefiro adotar a neutralidade, uma vez que sou a favor de afirmações tanto de um lado quanto de outro da discussão. Ao mesmo tempo em que é injusto para as pessoas que não são negras e estudaram, merecendo estar na universidade, reconheço que os negros são historicamente desfavorecidos no Brasil juntamente com os pobres, são vítimas do descaso político.

A política de cotas é uma alternativa barata para o problema da educação no Brasil, ela resolve o problema da aprovação dos indivíduos das classes menos favorecidas sem gastar muito ou quase nada. O lado ruim é que esse problema é “resolvido” com péssima qualidade, ou seja, ele não é resolvido, apenas transferido. As condições de estudo do ensino fundamental e médio público, com raras exceções, continuam sendo péssimos, muitos deles com presença do crime, as autoridades do colégio mantêm-se reféns dos criminosos, não podendo fazer muita coisa a favor do aprendizado dos alunos, que são desmotivados e muitos deles nem chegam a completar o ensino fundamental, quem dirá então o médio.

As cotas são includentes sim, porém não é um modelo de inclusão que deva ser valorizado e mantido para sempre. Na minha opinião, as cotas tem que ser temporárias, ao mesmo tempo em que deve ser feito investimentos maciços na educação brasileira. Investimentos esses que devem vir juntos na área da saúde, segurança e outros serviços públicos essenciais. Somente assim existirá um pouco mais de igualdade na disputa por uma vaga de universidade pública.

quinta-feira, 8 de outubro de 2009

Política brasileira:

Um prefeito, que pretende construir uma ponte, chama três empreiteiros: um japonês, um americano e um brasileiro. O japonês apresenta seu orçamento:

- Faço por 3 milhões de dólares. 1 pelo material, 1 pela mão de obra e 1 para o meu lucro.

O americano faz a sua proposta:

- Faço por 6 milhões de dólares. 2 pelo material, 2 pela mão de obra e 2 para mim. Mas o serviço é de primeira!

Aí chega a vez do brasileiro:

- Faço por 9 milhões de dólares.
- Nove? - Espanta-se o prefeito - é demais! Por que tudo isso?
- 3 pra mim, 3 pra você e 3 pro japonês fazer a obra!

domingo, 27 de setembro de 2009

Piada de Paulista:

Descobri que paulistas são muito possessivos...

"O que é isso, MEU?"; "Tá me tirando, MEU?"...

quarta-feira, 23 de setembro de 2009


Esse é um programa adorado por muitos e odiado pelo menos por mim! Tá certo que muito marmanjo se propõe a assistir este programa, que borbulha alienação, pelas mulheres gostosas e bundas redondinhas, e grandes (não basta apenas ter a bunda redondinha, tem que ter peitão também!), isso eu até entendo, pois muitas pessoas ainda tem os hormônios a flor da pele e não tem uma mulher para satisfazer suas necessidades sexuais, tendo vontade de bater uma bronha toda vez que vê uma mulher gostosa.

Os participantes do programa são pessoas realmente desconhecidas, em quase dez edições, nunca se ouviu falar que o primo, do avô, do pai, do filho, do espírito santo, de um amigo participou do Big Brother. E o pior é que eles tem profissão: são advogados que nunca defenderam um pé rapado, jornalistas que nunca escreveram uma coluna no jornal, atores que nunca apareceram na TV ou no teatro, e por aí vai.

Mas a pior coisa é a falsidade! A pessoa fica "enclausurada" no programa por uma semana, e vai para o paredão, vê a "família" (que na verdade são uns dois ou três, o resto é tudo figurante, pois se fossem familiares de verdade, eles não aplaudiriam quando teriam que aplaudir, não gritariam quando teriam que gritar, haveria algum tipo de erro, uma família bem treinada assim só pode não ser uma família...) na tela da TV de 400 polegadas e começa a chorar feito um bebê: "Eu estou morrendo de saudades! Vocês são tudo pra mim!".

E para dar uma certa intelectualidade ao programa, o apresentador começa a recitar poemas, dos mais diversos, e de alguma forma associa uma parte do poema a pessoa que está no paredão, como se ela tivesse feito algo tão importante quanto salvar o mundo do apocalipse.

E pior que não adianta fugir, os lixos televisivos estão por todas as emissoras gratuitas... se você quer algo melhor, tem que pagar! ¬¬